Categoria: Artigos
Data: 08/01/2026
“...se ficaste por fiador do teu companheiro e se te empenhaste ao estranho...estás preso com as palavras da tua boca.” (Provérbios 6.1,2)
No mundo dos negócios exige-se, às vezes, que você ao adquirir determinado produto ou propriedade, dê garantias de que pode pagar o que está adquirindo. Uma das formas mais conservadoras de se fazer isso é exigir um fiador, um avalista. Quando alguém assina como fiador está garantindo que o indivíduo que fez a dívida irá pagá-la conforme o combinado e, se ele não o fizer, o fiador arcará integralmente com essa responsabilidade. Há dois perigos aqui.
Primeiro, a pessoa que fez a dívida pode cair em desgraça financeira e não cumprir seu compromisso, ainda que tenha boa intenção de fazê-lo. Segundo, a pessoa que contraiu a dívida pode ter más intenções, e, propositadamente dar um calote, colocando o peso dessa responsabilidade sobre os ombros do fiador. Quem assina como avalista é legalmente responsável pelo pagamento do débito, caso o autor primário da dívida não cumpra o seu dever.
A melhor maneira de não ter dissabores com essa situação é ter como princípio não ser fiador. Isso, porque palavra empenhada ou assinatura feita, é o mesmo que firmar um compromisso legal que pode acarretar prejuízo financeiro. Não entregue o fruto de seu trabalho nas mãos de aventureiros. Há um ditado que diz: “É melhor ficar vermelho por uma hora do que amarelo a vida inteira”.